quarta-feira, 28 de março de 2012



A DOR QUE DÓI MAIS


Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.

Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.



Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.



Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.


Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.



Martha Medeiros

Amei.. tive que postar !!!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pequenos prazeres quando pego a estrada...sozinha.


  • Dirigir a mais de 100, 110km/h...;
  • Ouvir meus cd's favoritos;
  • Cantar junto com a música;
  • Sentir o vento no rosto;
  • Ficar experimentando as rádios locais;
  • Parar na beira da estrada para comer algo diferente;
  • Parar num lugar deserto para curtir a natureza;
  • Tentar um caminho desconhecido;

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

É engraçado, para não dizer irritante como certas pessoas acham tão fácil resolver os problemas dos outros... Falam pelos cotovelos, criticam com facilidade. Mas esquecem dos seus próprios problemas e falhas. Eu sinceramente não saio por aí metendo o bedelho na vida de ninguém. Se algum amigo me pedir uma opinião, eu dou, se eu achar que ele tá se metendo numa furada, eu falo. Mas daí a criticar as atitutes ou a falta delas, eu não faço. Pois já passei por tantas situações difíceis, estranhas e somente a pessoa que está na situação tem condições de avaliar o que fazer. Como já li num adesivo de carro "Falar de mim é fácil, difícil é viver a minha vida". Aff..

domingo, 23 de outubro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Coisas que eu sei...


Greice Ive
"Eu quero ficar perto
De tudo o que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião

A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei

O meu rádio relógio mostra o tempo errado
Aperte o play

Eu gosto do meu quarto
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão

É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação

Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas

Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha Lei

Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei

Eu vejo filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei

Coisas que eu sei
não guardo mais agendas no meu celular

Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar
Eu já comprei

Ás vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo mais afundo em mim

Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando tô afim

Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia

Coisas que eu sei
São coisas que antes eu somente não sabia

Agora eu sei "

A letra desta música combina tanto comigo... rs

domingo, 16 de outubro de 2011

Os tres elementos da magia

por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br



Quando falamos de Magia, precisamos em primeiro lugar recordar que no universo tudo é energia, a qual normalmente apresenta-se de duas formas, condensada ou dispersa.

Matéria é a energia condensada, e energia e o estado latente, livre ou primordial da matéria.

O nome magia carrega consigo muitos elementos que mistifica e o confere ares sensacionalistas ao termo, mas conceitualmente falando, quando queimamos um palito de fósforo, estamos fazendo magia, quando aquecemos a água para o chá também. Em resumo, sempre que modificamos os estados energéticos das coisas em geral, realizamos magia, que é a transformação ou a transmutação da energia. Entretanto, quando falamos de magia no campo das curas naturais, dos processos de elevação da alma e da descoberta dos potenciais latentes do ser humano, precisamos estar cientes de outros aspectos. Normalmente, no dia-a-dia, quando modulamos através de atitudes corriqueiras, matéria ou energia não faz conscientemente e nem desejamos através do foco mental que a força aflorada na magia, seja projetada sobre um objetivo, objeto, situação ou pessoa. Por isso, precisamos entender os processos que envolvem a magia e em especial, quais são os seus benefícios quando aplicados no campo do conhecimento e da evolução humana, nos aspectos físico, emocional, mental e espiritual. Os três elementos principais da magia são:

Foco mental + Concentração + Intenção

1)Foco mental é a capacidade que a pessoa tem de estabelecer um objetivo ou imagem mental, com riqueza de detalhes. Quanto mais detalhado estiver o contorno da imagem projetada melhor será o resultado da magia. Em outras palavras, maior será a sua precisão.

Exemplo:
Imagine que você tem um morango em suas mãos. Imagine com o máximo de precisão possível o seu tamanho, a sua cor, a sua textura, o seu peso e seus aspectos gerais. Perceba se ele está maduro ou não ou se o seu aroma está mais intenso ou mais suave. Também delineie todos os outros detalhes que forem possíveis fixar em sua mente. Uma vez que você contornar a imagem mental com todas essas características, o primeiro elemento da magia foi ativado.

2-)A concentração é necessária para que essa imagem detalhada mantenha-se estabelecida na mente do mago, sem que pensamentos impróprios abalem o seu foco mental. Quanto mais tempo o mago sustentar essa imagem ou matriz mental, maior será o poder de sua magia.

Nesse segundo elemento está um dos maiores desafios do Mago, o de dominar os pensamentos, eliminar a agitação mental e purificar os burburinhos internos. É nesse estágio que muita gente falha, porque é preciso bastante disciplina para dominar os pensamentos aleatórios que invadem a mente. A receita é uma só: treino, treino e treino. Uma vez que a pessoa mantiver o foco mental com concentração, o segundo elemento da magia estará ativado.
Exemplo:
Agora que a imagem do morango, juntamente com todos os seus detalhes específicos, estiver desenhada em sua mente, sustente essa matriz mental o máximo de tempo possível, não permitindo que nenhum outro pensamento surja. Tudo que você deve fazer é manter a imagem detalhada do morango em sua mente. Quando a imagem oscila, a força da realização da magia enfraquece.

3-)A intenção é o combustível, pois sem ela, a matriz desenhada não se expande além dos limites da mente. É a intenção que determina a qualidade e a polaridade da energia produzida. Intenção positiva, limpa, amorosa, determinada, dá vida à magia Divina, que traz consigo elementos de cura, elevação, amparo, amor e iluminação. Além disso, é a intenção que materializa ou plasma no ambiente físico, as qualidades pretendidas da determinada magia. As confusões emocionais são como bactérias que infectam a magia, livre-se delas. Quando as emoções elevadas estiverem envolvendo o foco mental, então, o terceiro elemento da magia estará ativado.

Exemplo:
Enquanto concentra a mente na imagem detalhada do morango, sinta amor pela vida, gratidão por existir e boa intenção no objetivo da imagem projetada. Alegre-se, deixe sua alma fluir com leveza, contentamento e tranquilidade. Elimine agitação, medo, raiva, magoa ou angústia, pois essas emoções produzem a magia negra. É na condução desse terceiro elemento que o mago decide se dará vida a Magia Divina ou Magia Negra, por isso, cada um deve saber que é responsável pela magia que produz.

Quando o aprendiz de magia conhecer e dominar esses três principais elementos, então ele estará apto para produzir grandes ganhos pessoais e coletivos no sentido da cura, da elevação moral, do aumento da consciência, da expansão do amor, da ajuda ao próximo, da harmonização ambiental, entre tantos outros benefícios possíveis com o emprego da Magia Divina.

E nesse contexto, todo usuário consciente dos benefícios e possibilidades da magia, poderá se utilizar da força dos elementos da natureza para potencializar seus resultados.

Os elementos da natureza fornecem inúmeras vantagens que variam de acordo com a sua essência. A água, o ar, o fogo, a terra, o éter, as plantas, os cristais, os sons, todos eles têm a capacidade de sozinhos ou combinados, oferecer grandes potencialidades aos efeitos da magia. Sua utilização confere mais intensidade e precisão, pois são como amplificadores que aumentam o poder da magia, no sentido da sua força de realização, além disso, cada elemento natural é carregado com qualidades específicas de sua natureza, como exemplo: o fogo que purifica, transmuta e queima; a água que lava, faz fluir e arrefece; o vento que gera movimento, que desbloqueia; a terra que drena, filtra, gera estrutura e firmeza e o éter que é a substância não material que pode ser moldada ao gosto do mago e as plantas que atuam diretamente na mente e nas emoções de todos os seres, por isso são largamente empregadas em processos de cura.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Quando amamos e resolvemos investir no outro, doamos o que de melhor temos. É um ato de entrega.
Mas nem sempre o que recebemos nos preenche e então quando resolvemos desistir, quando não dá mais para prosseguir, nos sentimos exauridos, vazios, murchos.
Por isso quando nos entregarmos, devemos resguardar a nossa essência.
Amar não é deixar de ser você mesmo.